TJAC 0007536-38.2012.8.01.0002
EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO, AMBIGUIDADE, OBSCURIDADE OU CONTRADIÇÃO. INEXISTÊNCIA. REDISCUSSÃO DE PROVAS. INVIABILIDADE EM SEDE DE DECLARATÓRIOS. REJEIÇÃO DOS ACLARATÓRIOS.
1. Ausente qualquer obscuridade, ambiguidade, omissão ou contradição a ser sanada, uma vez que o acórdão embargado apreciou todas as teses defensivas, não há como acolher os declaratórios.
2. Declaratórios que objetivam a rediscussão de matéria já analisada e decidida devem ser rejeitados.
APELAÇÃO CRIMINAL. ESTUPRO DE VULNERÁVEL. ABSOLVIÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. AUTORIA E MATERIALIDADE DEMONSTRADAS. VÍTIMAS IRMÃOS DO AGRESSOR. PROVA TESTEMUNHAL E PERICIAL. CONTINUIDADE DELITIVA. INOCORRÊNCIA. PENA-BASE. REDUÇÃO PARA O MÍNIMO LEGAL. VEDAÇÃO. CIRCUNSTÂNCIAS JUDICIAIS DESFAVORÁVEIS. IMPROVIMENTO DO APELO.
1. Nos crimes de estupro, geralmente cometidos na clandestinidade, a palavra da vítima ganha especial valor probatório, sobretudo quando corroborada por prova testemunhal e pericial, dando certeza da autoria e materialidade delitivas.
2. Conforme entendimento sedimentado no Supremo Tribunal Federal não é possível ter-se o segundo delito como continuidade do primeiro se excedido o intervalo de trinta dias entre os crimes.
3. Perfeitamente justificada e fundamentada a pena-base fixada acima do mínimo legal, quando as circunstâncias judiciais foram sopesadas em desfavor do réu, por estrita aplicação do art. 59, do Código Penal.
Ementa
EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO, AMBIGUIDADE, OBSCURIDADE OU CONTRADIÇÃO. INEXISTÊNCIA. REDISCUSSÃO DE PROVAS. INVIABILIDADE EM SEDE DE DECLARATÓRIOS. REJEIÇÃO DOS ACLARATÓRIOS.
1. Ausente qualquer obscuridade, ambiguidade, omissão ou contradição a ser sanada, uma vez que o acórdão embargado apreciou todas as teses defensivas, não há como acolher os declaratórios.
2. Declaratórios que objetivam a rediscussão de matéria já analisada e decidida devem ser rejeitados.
APELAÇÃO CRIMINAL. ESTUPRO DE VULNERÁVEL. ABSOLVIÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. AUTORIA E MATERIALIDADE DEMONSTRADAS. VÍTIMAS IRMÃOS DO AGRESSOR. PROVA TESTEMUNHAL E PERICIAL. CONTINUIDADE DELITIVA. INOCORRÊNCIA. PENA-BASE. REDUÇÃO PARA O MÍNIMO LEGAL. VEDAÇÃO. CIRCUNSTÂNCIAS JUDICIAIS DESFAVORÁVEIS. IMPROVIMENTO DO APELO.
1. Nos crimes de estupro, geralmente cometidos na clandestinidade, a palavra da vítima ganha especial valor probatório, sobretudo quando corroborada por prova testemunhal e pericial, dando certeza da autoria e materialidade delitivas.
2. Conforme entendimento sedimentado no Supremo Tribunal Federal não é possível ter-se o segundo delito como continuidade do primeiro se excedido o intervalo de trinta dias entre os crimes.
3. Perfeitamente justificada e fundamentada a pena-base fixada acima do mínimo legal, quando as circunstâncias judiciais foram sopesadas em desfavor do réu, por estrita aplicação do art. 59, do Código Penal.
Data do Julgamento
:
28/01/2016
Data da Publicação
:
29/01/2016
Classe/Assunto
:
Embargos de Declaração / Estupro de vulnerável
Órgão Julgador
:
Câmara Criminal
Relator(a)
:
Pedro Ranzi
Comarca
:
Cruzeiro do Sul
Comarca
:
Cruzeiro do Sul
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