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Jurisprudência


TJAL 0501084-92.2008.8.02.0025

Ementa
ACÓRDÃO N.º 2.0711/2010: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE RESSARCIMENTO DE DANOS POR LOCUPLETAMENTO ILÍCITO. SANADO O VÍCIO DA NÃO CITAÇÃO DO REQUERIDO, O JUÍZO DE PRIMEIRO GRAU CONDENOU O REQUERIDO A RESSARCIR AO ERÁRIO PÚBLICO MUNICIPAL. APELO MANEJADO. ALEGAÇÃO DE INCOMPETÊNCIA ABSOLUTA. APELAÇÃO CONHECIDA E NÃO PROVIDA. COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL, NOS TERMOS DA SÚMULA 209 DO STJ. REPASSE FEDERAL INTEGRALIZADO AO PATRIMÔNIO DO MUNICÍPIO. SENTENÇA MANTIDA NA SUA ÍNTEGRA. RECURSO CONHECIDO E IMPROVIDO. DECISÃO UNÂNIME. Ementa. CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA. AÇÃO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. EX-PREFEITO. USO IRREGULAR DE RECURSOS ADVINDOS DE CONVÊNIO ENTRE MUNICÍPIO E ENTE FEDERAL. INEXISTÊNCIA DE INTERESSE DA UNIÃO. COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA COMUM DO ESTADO. SÚMULA 209/STJ. 1. A competência da Justiça Federal, prevista no art. 109, I, da Constituição Federal, tem por base critério objetivo, levando-se em conta não a natureza da relação jurídica litigiosa, mas, sim, a identidade dos figurantes da relação processual (competência ratione personae). 2. No caso, diante da afirmação da Funasa de que não possui interesse em ingressar no feito, o Juízo Federal declinou da competência para apreciar o feito. O agravante interpôs Agravo de Instrumento contra o referido decisum, o qual fora provido peloTribunal Regional Federal da 1ª Região. Entretanto, sobreveio a oposição de Embargos de Declaração que modificaram a decisão do Tribunal a quo, tendo-se determinado a remessa dos autos ao Juízo da 4ª Vara Civel da Comarca de Altamira/PA. 3. Figuram, portanto, como partes no processo, de um lado, o Município, e, de outro, o ex-prefeito Municipal, de modo que a competência para processar o feito é da Justiça Estadual - e não da Justiça Federal, como pretende o Parquet. 4. Acrescente-se que a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça é pacífica no sentido de que a competência para processar e julgar os feitos em que se discute a malversação pelo ex-prefeito das ve

Data do Julgamento : Ementa: ACÓRDÃO N.º 2.0711/2010: EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE RESSARCIMENTO DE DANOS POR LOCUPLETAMENTO ILÍCITO. SANADO O VÍCIO DA NÃO CITAÇÃO DO REQUERIDO, O JUÍZO DE PRIMEIRO GRAU CONDENOU O REQUERIDO A RESSARCIR AO ERÁRIO PÚBLICO MUNICIPAL. APEL
Classe/Assunto : Apelação / Jurisdição e Competência
Órgão Julgador : 2ª Câmara Cível
Relator(a) : Des. Pedro Augusto Mendonça de Araújo
Comarca : Olho D'Agua das Flores
Comarca : Olho D'Agua das Flores
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