TJAL 0503305-86.2007.8.02.0056
PENAL. PROCESSO PENAL. APELAÇÃO CRIME. TRIBUNAL DO JÚRI. HOMICÍDIO QUALIFICADO. SENTENÇA CONDENATÓRIA. IRRESIGNAÇÃO DEFENSIVA. ALEGAÇÃO DE JULGAMENTO CONTRÁRIO ÀS PROVAS DOS AUTOS QUANTO ÀS TESES DEFENSIVAS DE LEGÍTIMA DEFESA E AUSÊNCIA DE QUALIFICAÇÃO DO CRIME. PEDIDO DE NOVO JULGAMENTO. IMPOSSIBILIDADE. CONDENAÇÃO AMPARADA EM SUFICIENTE CONJUNTO PROBATÓRIO. SOBERANIA DOS VEREDITOS. RECURSO CONHECIDO E IMPROVIDO.
Descabe a alegação defensiva segundo a qual o réu teria agido acobertado pela excludente da legítima defesa, uma vez que o laudo de exame cadavérico atesta que não haviam marcas ou ferimentos ocasionados por tentativa de defesa pela vítima. Os depoimentos testemunhais colhidos em fase policial também afirmam que o apelante já estava armado por faca em momento anterior ao do crime, contrariando a sua tese de que delinquiu mediante tomada de arma branca portada pela própria vítima.
2. As provas carreadas aos autos são suficientes à manutenção do édito condenatório, pois a prova pericial colhida em juízo ampara, inclusive, a qualificadora inserida no inciso III, § 2º do artigo 121, do Código Penal, uma vez que indica que o apelante utilizou-se de meio insidioso para o cometimento do crime.
3. A tese escolhida pelo Tribunal do Júri encontra amparo no acervo probatório, não havendo que falar em relativização da soberania da Corte Popular.
4. Apelação Conhecida e improvida. Decisão Unânime.
Ementa
PENAL. PROCESSO PENAL. APELAÇÃO CRIME. TRIBUNAL DO JÚRI. HOMICÍDIO QUALIFICADO. SENTENÇA CONDENATÓRIA. IRRESIGNAÇÃO DEFENSIVA. ALEGAÇÃO DE JULGAMENTO CONTRÁRIO ÀS PROVAS DOS AUTOS QUANTO ÀS TESES DEFENSIVAS DE LEGÍTIMA DEFESA E AUSÊNCIA DE QUALIFICAÇÃO DO CRIME. PEDIDO DE NOVO JULGAMENTO. IMPOSSIBILIDADE. CONDENAÇÃO AMPARADA EM SUFICIENTE CONJUNTO PROBATÓRIO. SOBERANIA DOS VEREDITOS. RECURSO CONHECIDO E IMPROVIDO.
Descabe a alegação defensiva segundo a qual o réu teria agido acobertado pela excludente da legítima defesa, uma vez que o laudo de exame cadavérico atesta que não haviam marcas ou ferimentos ocasionados por tentativa de defesa pela vítima. Os depoimentos testemunhais colhidos em fase policial também afirmam que o apelante já estava armado por faca em momento anterior ao do crime, contrariando a sua tese de que delinquiu mediante tomada de arma branca portada pela própria vítima.
2. As provas carreadas aos autos são suficientes à manutenção do édito condenatório, pois a prova pericial colhida em juízo ampara, inclusive, a qualificadora inserida no inciso III, § 2º do artigo 121, do Código Penal, uma vez que indica que o apelante utilizou-se de meio insidioso para o cometimento do crime.
3. A tese escolhida pelo Tribunal do Júri encontra amparo no acervo probatório, não havendo que falar em relativização da soberania da Corte Popular.
4. Apelação Conhecida e improvida. Decisão Unânime.
Data do Julgamento
:
29/07/2015
Data da Publicação
:
03/08/2015
Classe/Assunto
:
Apelação / Homicídio Qualificado
Órgão Julgador
:
Câmara Criminal
Relator(a)
:
Des. Sebastião Costa Filho
Comarca
:
União dos Palmares
Comarca
:
União dos Palmares
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