TJAM 0703900-42.2012.8.04.0001
APELAÇÕES CÍVEIS. RESPONSABILIDADE OBJETIVA DA ÓTICA E SUBJETIVA DO MÉDICO. VENDA CASADA. AFERIÇÃO INCORRETA DE GRAU OCULAR. DANO MATERIAL E MORAL DA TOMADORA DO SERVIÇO. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. PEDIDO DE PROVA PERICIAL. PARTE INERTE NO MOMENTO OPORTUNO. PRECLUSÃO. RECURSOS CONHECIDOS E IMPROVIDOS.
1.A venda casada de produtos e serviços é pratica rechaçável, combatida com rigor pela legislação consumerista vigente.
2.Equivoco na aferição do grau ocular da recorrida, causando-lhe lesão a direito com o gasto indevido na elaboração de instrumento óptico que não lhe foi útil.
3. Pleito concernente a prova pericial que não merece prosperar, posto ter se quedada inerte quando indagada pelo Magistrado a quo para especificar as provas que desejasse produzir. Precedentes do STJ.
4.Responsabilidade solidária entre ambos recorrentes.
5.Recursos conhecidos e não providos.
Ementa
APELAÇÕES CÍVEIS. RESPONSABILIDADE OBJETIVA DA ÓTICA E SUBJETIVA DO MÉDICO. VENDA CASADA. AFERIÇÃO INCORRETA DE GRAU OCULAR. DANO MATERIAL E MORAL DA TOMADORA DO SERVIÇO. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. PEDIDO DE PROVA PERICIAL. PARTE INERTE NO MOMENTO OPORTUNO. PRECLUSÃO. RECURSOS CONHECIDOS E IMPROVIDOS.
1.A venda casada de produtos e serviços é pratica rechaçável, combatida com rigor pela legislação consumerista vigente.
2.Equivoco na aferição do grau ocular da recorrida, causando-lhe lesão a direito com o gasto indevido na elaboração de instrumento óptico que não lhe foi útil.
3. Pleito concernente a prova pericial que não merece prosperar, posto ter se quedada inerte quando indagada pelo Magistrado a quo para especificar as provas que desejasse produzir. Precedentes do STJ.
4.Responsabilidade solidária entre ambos recorrentes.
5.Recursos conhecidos e não providos.
Data do Julgamento
:
25/06/2018
Data da Publicação
:
27/06/2018
Classe/Assunto
:
Apelação / Obrigações
Órgão Julgador
:
Segunda Câmara Cível
Relator(a)
:
Maria do Perpétuo Socorro Guedes Moura
Comarca
:
Manaus
Comarca
:
Manaus
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