TJAM 4002936-88.2013.8.04.0000
HABEAS CORPUS – CONSTRANGIMENTO ILEGAL – NÃO CONFIGURADO – QUANTIDADE DE ENTORPECENTE VULTOSA – CONDIÇÕES PESSOAIS FAVORÁVEIS – IRRELEVANTES - GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA - ORDEM DENEGADA
I – A impetrante alega que a paciente é inocente, pois guardou as malas usando de boa-fé, sem saber do seu conteúdo ilícito. Por fim, alega que a mesma é possuidora de condições pessoais que lhe são favoráveis, bem como não preenche os requisitos elencados no art. 312 do CPP.
II – Verifico que não há razão que assista a paciente, no que se refere a inocência desta, pois tal fato é matéria que exige revolvimento probatório, incabível pela via estreita do Habeas Corpus.
III – Ademais, as condições pessoais favoráveis a paciente são irrelevantes, já que pela quantidade abundante de drogas encontrada no momento do flagrante, a ordem pública resta evidentemente ameaça, devendo ser resguardada, a teor do disposto no art. 312 do CPP.
IV – Habeas Corpus DENEGADO.
ACÓRDÃO
Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores que compõem a Primeira Câmara Criminal do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, por ________________ de votos, em consonância com o parecer do Graduado Órgão Ministerial, em denegar a presente ordem de habeas corpus, nos termos do voto que acompanha a presente decisão.
Sala de sessões do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, em Manaus/AM.
Ementa
HABEAS CORPUS – CONSTRANGIMENTO ILEGAL – NÃO CONFIGURADO – QUANTIDADE DE ENTORPECENTE VULTOSA – CONDIÇÕES PESSOAIS FAVORÁVEIS – IRRELEVANTES - GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA - ORDEM DENEGADA
I – A impetrante alega que a paciente é inocente, pois guardou as malas usando de boa-fé, sem saber do seu conteúdo ilícito. Por fim, alega que a mesma é possuidora de condições pessoais que lhe são favoráveis, bem como não preenche os requisitos elencados no art. 312 do CPP.
II – Verifico que não há razão que assista a paciente, no que se refere a inocência desta, pois tal fato é matéria que exige revolvimento probatório, incabível pela via estreita do Habeas Corpus.
III – Ademais, as condições pessoais favoráveis a paciente são irrelevantes, já que pela quantidade abundante de drogas encontrada no momento do flagrante, a ordem pública resta evidentemente ameaça, devendo ser resguardada, a teor do disposto no art. 312 do CPP.
IV – Habeas Corpus DENEGADO.
ACÓRDÃO
Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores que compõem a Primeira Câmara Criminal do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, por ________________ de votos, em consonância com o parecer do Graduado Órgão Ministerial, em denegar a presente ordem de habeas corpus, nos termos do voto que acompanha a presente decisão.
Sala de sessões do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, em Manaus/AM.
Data do Julgamento
:
17/11/2013
Data da Publicação
:
18/11/2013
Classe/Assunto
:
Habeas Corpus / Tráfico de Drogas e Condutas Afins
Órgão Julgador
:
Primeira Câmara Criminal
Relator(a)
:
Jorge Manoel Lopes Lins
Comarca
:
Manaus
Comarca
:
Manaus
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