TJCE 0774414-92.2014.8.06.0001
DIREITO PROCESSUAL PENAL. APELAÇÃO CRIMINAL. PLEITO ABSOLUTÓRIO PRINCÍPIO IN DUBIO PRO REO. AUSÊNCIA DE PROVAS. IMPOSSIBILIDADE. AUTORIA E MATERIALIDADE DELITIVA DEVIDAMENTE COMPROVADAS. DOSIMETRIA REANALISADA EX OFFICIO. CONSTATAÇÃO DE DESACERTOS NA 1ª FASE. POSSIBILIDADE DE CORREÇÃO. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO. PENA REDIMENSIONADA DE OFÍCIO.
1. É impossível o reconhecimento do princípio in dubio pro reo e, consequentemente, do pleito absolutório, quando se constatar que a sentença condenatória de 1º grau, está lastreada em provas que demonstram a materialidade e autoria delitiva.
2. Em se constatando que a fundamentação das circunstâncias judicias revelam-se inidôneas (1ª fase da dosimetria), estas devem ser reanalisadas e corrigidas, sob pena de incursão em injusto penal, ainda que ex officio, por força do efeito devolutivo recursal aprofundado.
3. Recurso conhecido e DESPROVIDO, com o redimensionamento da pena, ex officio, para (seis) anos e 3 (três) meses de reclusão e 16 (dezesseis) dias-multa, cada dia correspondente a 1/30 (um trigésimo) do salário-mínimo vigente à época do fato.
ACÓRDÃO
Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação Criminal nº 0774414-92.2014.8.06.0001, em que é apelante Antonio Jackson Crispim Vieira, e apelado o Ministério Público do Estado do Ceará.
ACORDAM os Desembargadores integrantes da 3ª Câmara Criminal deste e. Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso para julgar-lhe DESPROVIDO, e, de ofício, redimensionar a pena, nos termos do voto do eminente Relator.
Fortaleza, 31 de julho de 2018.
Des. Francisco Lincoln Araújo e Silva
Presidente do Órgão Julgador
Dr. Antônio Pádua Silva
Relator - Port. 1369/2016
Ementa
DIREITO PROCESSUAL PENAL. APELAÇÃO CRIMINAL. PLEITO ABSOLUTÓRIO PRINCÍPIO IN DUBIO PRO REO. AUSÊNCIA DE PROVAS. IMPOSSIBILIDADE. AUTORIA E MATERIALIDADE DELITIVA DEVIDAMENTE COMPROVADAS. DOSIMETRIA REANALISADA EX OFFICIO. CONSTATAÇÃO DE DESACERTOS NA 1ª FASE. POSSIBILIDADE DE CORREÇÃO. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO. PENA REDIMENSIONADA DE OFÍCIO.
1. É impossível o reconhecimento do princípio in dubio pro reo e, consequentemente, do pleito absolutório, quando se constatar que a sentença condenatória de 1º grau, está lastreada em provas que demonstram a materialidade e autoria delitiva.
2. Em se constatando que a fundamentação das circunstâncias judicias revelam-se inidôneas (1ª fase da dosimetria), estas devem ser reanalisadas e corrigidas, sob pena de incursão em injusto penal, ainda que ex officio, por força do efeito devolutivo recursal aprofundado.
3. Recurso conhecido e DESPROVIDO, com o redimensionamento da pena, ex officio, para (seis) anos e 3 (três) meses de reclusão e 16 (dezesseis) dias-multa, cada dia correspondente a 1/30 (um trigésimo) do salário-mínimo vigente à época do fato.
ACÓRDÃO
Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação Criminal nº 0774414-92.2014.8.06.0001, em que é apelante Antonio Jackson Crispim Vieira, e apelado o Ministério Público do Estado do Ceará.
ACORDAM os Desembargadores integrantes da 3ª Câmara Criminal deste e. Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso para julgar-lhe DESPROVIDO, e, de ofício, redimensionar a pena, nos termos do voto do eminente Relator.
Fortaleza, 31 de julho de 2018.
Des. Francisco Lincoln Araújo e Silva
Presidente do Órgão Julgador
Dr. Antônio Pádua Silva
Relator - Port. 1369/2016
Data do Julgamento
:
31/07/2018
Data da Publicação
:
31/07/2018
Classe/Assunto
:
Apelação / Roubo Majorado
Órgão Julgador
:
3ª Câmara Criminal
Relator(a)
:
ANTÔNIO PÁDUA SILVA - PORT 1369/2016
Comarca
:
Fortaleza
Comarca
:
Fortaleza
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