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Jurisprudência

TJDF APC - 1112642-20160110609590APC
Ementa
APELAÇÃO CÍVEL. PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS À EXECUÇÃO. EXTINÇÃO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO POR LITISPENDÊNCIA. REPRODUÇÃO DO PEDIDO E CAUSA DE PEDIR. PARTES DIVERSAS. CONEXÃO. 1. Verificada a tríplice identidade entre os elementos da demanda (partes, pedido e causa de pedir), apenas em relação a um dos embargantes, impõe-se a extinção, por litispendência, dos embargos à execução instaurados em face do mesmo réu de processo de revisão contratual, impondo-se o prosseguimento do processo de embargos à execução em relação aos embargantes que não são parte no processo de revisão contratual. Todavia,...
Data do Julgamento : 25/07/2018
Data da Publicação : 03/08/2018
Órgão Julgador : 4ª TURMA CÍVEL
Relator(a) : ARNOLDO CAMANHO
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TJDF APC - 1112641-20150110460550APC
Data do Julgamento : 25/07/2018
Data da Publicação : 03/08/2018
Órgão Julgador : 4ª TURMA CÍVEL
Relator(a) : ARNOLDO CAMANHO
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TJDF AGI / Agravo Regimental no(a) Agravo de Instrumento-20160020395778AGI
Ementa
DIREITO PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO. NÃO CONHECIMENTO DO AGRAVO DE INSTRUMENTO. INOBSERVÂNCIA DO PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE. VEICULAÇÃO DE TEMAS NÃO DEBATIDOS NAS RAZÕES DO AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO NÃO CONHECIDO. 1. Não se conhece do agravo interno interposto contra decisão que não conheceu do agravo de instrumento, se o recorrente não cumpriu a exigência de impugnação específica dos fundamentos da decisão agravada, prevista no art. 1.021, §1º, do CPC, e se, ademais, o recorrente pretende a discussão de temas não veiculados no agravo de instrumento. 2. Agravo interno não conhecido.
Data do Julgamento : 25/07/2018
Data da Publicação : 03/08/2018
Órgão Julgador : 4ª TURMA CÍVEL
Relator(a) : ARNOLDO CAMANHO
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TJDF AGI / Agravo Regimental no(a) Agravo de Instrumento-20150020300573AGI
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AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. SOBRESTAMENTO DO AGRAVO DE INSTRUMENTO ATÉ O FINAL DO JULGAMENTO DO RECURSO ESPECIAL Nº 1.438.263. PROSSEGUIMENTO DO RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO. IMPOSSIBILIDADE.1. Não está preclusa a discussão em torno da legitimidade ativa dos ora recorrentes para o cumprimento da sentença coletiva proferida na Ação Civil Pública n.º 1998.01.1.016798-9.2. Não há distinção entre as questões objeto de debate no REsp n.º 1.438.263 e as debatidas no presente processo.3. A decisão do eminente Ministro Raul Araújo, proferida em 13/12/2016, no REsp n.º 1.438.263, nã...
Data do Julgamento : 29/03/2017
Data da Publicação : 04/04/2017
Órgão Julgador : 4ª TURMA CÍVEL
Relator(a) : ARNOLDO CAMANHO
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TJDF APC / Agravo Regimental no(a) Apelação Cível-20151410060270APC
Data do Julgamento : 18/07/2018
Data da Publicação : 03/08/2018
Órgão Julgador : 4ª TURMA CÍVEL
Relator(a) : ARNOLDO CAMANHO
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TJDF CCP - 1112637-20180020025529CCP
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CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA ENTRE DESEMBARGADORES. RELATOR ORIGINÁRIO E PROLATOR DO PRIMEIRO VOTO VENCEDOR, DESIGNADO PARA REDIGIR O ACÓRDÃO. FIGURAS QUE NÃO SE CONFUNDEM. RELATOR É O JULGADOR A QUEM O FEITO ORIGINÁRIO, OU O RECURSO, TOCA POR DISTRIBUIÇÃO, FICANDO PREVENTO PARA OS DEMAIS RECURSOS QUE VENHAM A SER INTERPOSTOS. AO PROLATOR DO PRIMEIRO VOTO VENCEDOR COMPETE A ATRIBUIÇÃO REGIMENTAL DE REDIGIR O ACÓRDÃO, NÃO SE LHE TRANSFERINDO A RELATORIA APENAS À CONTA DESSE FATO. INTELIGÊNCIA DAS NORMAS LEGAIS E REGIMENTAIS SOBRE O TEMA. 1. O art. 81, § 1º, do RITJDFT, dispõe que o primeiro...
Data do Julgamento : 24/07/2018
Data da Publicação : 02/08/2018
Órgão Julgador : CONSELHO ESPECIAL
Relator(a) : ARNOLDO CAMANHO
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TJDF APC - 1112636-20160110408277APC
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APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO MONITÓRIA. EMBARGOS MONITÓRIOS E RECONVENÇÃO. COMPROVAÇÃO DO PAGAMENTO DE UMA DAS SETE PRESTAÇÕES COBRADAS EM RELAÇÃO A UMA DAS NOTAS FISCAIS OBJETO DO PEDIDO MONITÓRIO. REDUÇÃO DO VALOR DA DÍVIDA. INADIMPLEMENTO CONTRATUAL DA AUTORA/RECONVINDA. ENTREGA PARCIAL DOS EQUIPAMENTOS CONTRATADOS REFERIDOS NAS DUAS NOTAS FISCAIS QUE FUNDAMENTAM A COBRANÇA. APLICAÇÃO DA EXCEÇÃO DO CONTRATO NÃO CUMPRIDO. APURAÇÃO EM SEDE DE LIQUIDAÇÃO DO MONTANTE DEVIDO PELA RÉ/RECONVINTE. PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO RECONVENCIONAL. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA NO PONTO. 1. Comprovado pela ré/reconvinte qu...
Data do Julgamento : 25/07/2018
Data da Publicação : 03/08/2018
Órgão Julgador : 4ª TURMA CÍVEL
Relator(a) : ARNOLDO CAMANHO
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TJDF RAG - 1112624-20180020047448RAG
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AGRAVO EM EXECUÇÃO PENAL. DECISÃO QUE INDEFERE COMUTAÇÃO. DESCUMPRIMENTO DAS CONDIÇÕES DE PRISÃO DE DOMICILIAR. PRETENSÃO MINISTERIAL DE NEGATIVA DA BENESSE COM BASE NO ARTIGO 4º, INCISO IV, DO DECRETO 9.246/17. DECISÃO MANTIDA. 1 O Ministério Público agrava da decisão do Juízo da Execução Penal que concedeu a comutação da pena ao reeducando que praticou falta grave na vigência da prisão domiciliar concedida durante o regime aberto. 2 A vedação de concessão do indulto e comutação prevista no artigo 4º, inciso IV, do Decreto 9.246/17 se aplica somente à prisão albergue domiciliar concedida com...
Data do Julgamento : 26/07/2018
Data da Publicação : 02/08/2018
Órgão Julgador : 1ª TURMA CRIMINAL
Relator(a) : GEORGE LOPES
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TJDF RAG - 1112623-20180020048104RAG
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AGRAVO EM EXECUÇÃO PENAL. PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO PUNITIVA RECONHECIDA. CONCURSO FORMAL DE CRIMES. CÁLCULO SOBRE PENA DE CADA CRIME ISOLADAMENTE. DECISÃO CONFIRMADA. 1 O Ministério Público agrava da decisão do Juízo da Vara de Execuções Penais que extinguiu a punibilidade do apenado pelo reconhecimento da prescrição da pretensão punitiva retroativa. Alega-se que não transcorreu o prazo previsto em lei. 2 O artigo 119 do Código Penal determina que no caso de concurso de crimes, a extinção da punibilidade incidirá sobre a pena de cada um, isoladamente, enquanto o artigo 115 dispõe que o prazo de...
Data do Julgamento : 26/07/2018
Data da Publicação : 02/08/2018
Órgão Julgador : 1ª TURMA CRIMINAL
Relator(a) : GEORGE LOPES
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TJDF RAG - 1112622-20180020050479RAG
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AGRAVO EM EXECUÇÃO. UNIFICAÇÃO DE PENAS E FIXAÇÃO DE NOVA DATA-BASE PARA CONCESSÃO DE BENEFÍCIOS. TESE DO DIA DO TRÂNSITO EM JULGADO REJEITADA. DATA DO ÚLTIMO RECOLHIMENTO. DECISÃO REFORMADA EM PARTE. 1 Reeducando cujas penas foram unificadas com a superveniência de condenação, estabelecendo-se o dia do primeiro recolhimento como termo para concessão de novos benefícios. 2 Havendo nova condenação no curso da execução e na ausência de previsão expressa pela Lei de Execução Penais, deve-se unificar as penas e fixar como data-base para concessão de benefícios o dia da derradeira falta grave ou do...
Data do Julgamento : 26/07/2018
Data da Publicação : 02/08/2018
Órgão Julgador : 1ª TURMA CRIMINAL
Relator(a) : GEORGE LOPES
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TJDF RAG / Embargos de Declaração no(a) Agravo de Execução Penal-20180020038850RAG
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PENAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM AGRAVO NA EXECUÇÃO PENAL. ALEGAÇÃO DE CONTRADIÇÃO EM RELAÇÃO À FIXAÇÃO DO DIA DO PRIMEIRO RECOLHIMENTO COMO DATA-BASE PARA CONCESSÃO DE BENEFÍCIOS. DECISÃO CONFIRMADA. 1 O Ministério Público alega que o acórdão é contraditório porque expressamente acolheu novo entendimento do Superior Tribunal de Justiça que teria adotado orientação segundo a qual o marco inicial para obtenção de eventuais direitos é a data do último recolhimento e não do primeiro, conforme fixado na decisão de primeiro grau. 2 A Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do...
Data do Julgamento : 26/07/2018
Data da Publicação : 02/08/2018
Órgão Julgador : 1ª TURMA CRIMINAL
Relator(a) : GEORGE LOPES
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TJDF APR / Embargos de Declaração no(a) Apelação-20150610097996APR
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PROCESSUAL PENAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ALEGAÇÃO DE OMISSÃO. IMPROCEDÊNCIA. EMBARGOS PROVIDOS EM PARTE. 1 A Defesa reclama do acórdão que manteve a condenação por infração ao artigo 21 da Lei de Contravenções Penais, alegando omissão nos critérios de arbitramento da reparação mínima por danos morais. 2 Em casos de violência doméstica nos quais a conduta do agente revela desprezo e aviltamento da mulher, a redução da indenização apenas em razão da profissão exercidas por autor e vítima estreitaria demasiadamente o raio de proteção jurídica conferida pela Lei Maria da Penha. Cabe ao Juiz exami...
Data do Julgamento : 26/07/2018
Data da Publicação : 02/08/2018
Órgão Julgador : 1ª TURMA CRIMINAL
Relator(a) : GEORGE LOPES
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TJDF RAG - 1112618-20180020047464RAG
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AGRAVO EM EXECUÇÃO. NEGATIVA DE UNIFICAÇÃO DE PENAS. INVOCAÇÃO DE CONTINUIDADE DELITIVA. INOCORRÊNCIA. MERA REITERAÇÃO DE CRIMES. DECISÃO MANTIDA. 1 Reeducando condenado pela prática de quatro homicídios consumados, um homicídio tentado e cinco roubos majorados, que busca reconhecimento da continuidade delitiva entre três dos roubos. 2 O crime continuado exige, além das condições objetivas homogêneas de tempo, lugar e modo de execução, que a conduta tenha sido praticada com aproveitamento das mesmas relações e oportunidades nascidas da situação primitiva, pois do contrário não deve ser conside...
Data do Julgamento : 26/07/2018
Data da Publicação : 02/08/2018
Classe/Assunto : Segredo de Justiça
Órgão Julgador : 1ª TURMA CRIMINAL
Relator(a) : GEORGE LOPES
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TJDF RAG - 1112617-20180020045797RAG
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AGRAVO EM EXECUÇÃO. INDEFERIMENTO DE LIVRAMENTO CONDICIONAL. COMETIMENTO DE FALTA GRAVE NO CURSO DA EXECUÇÃO DA PENA. COMPORTAMENTO CARCERÁRIO INSATISFATÓRIO. AUSÊNCIA DO REQUISITO SUBJETIVO. DECISÃO MANTIDA. 1 Reeducando que pretende reformar a decisão denegatória de livramento condicional, alegando que a falta grave cometida há mais de seis meses - prática de novo crime doloso - não implica avaliação desfavorável do comportamento carcerário. 2 A avaliação do comportamento satisfatório não se limita aos últimos seis meses, mas considera toda execução da pena, sendo certo que o cometimento de...
Data do Julgamento : 26/07/2018
Data da Publicação : 02/08/2018
Órgão Julgador : 1ª TURMA CRIMINAL
Relator(a) : GEORGE LOPES
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TJDF RAG - 1112616-20180020049935RAG
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AGRAVO EM EXECUÇÃO. NEGATIVA DE UNIFICAÇÃO DE PENAS. INVOCAÇÃO DE CONTINUIDADE DELITIVA. INOCORRÊNCIA. MERA REITERAÇÃO DE CRIMES. POSSE DE ARMA NA VIGÊNCIA DA LEI 9.437/97. TIPICIDADE. DECISÃO MANTIDA. 1 Reeducando condenado que busca reconhecimento da continuidade delitiva entre quatro roubos, bem como a extinção da punibilidade no crime de posse irregular de arma de fogo anterior ao Estatuto do Desarmamento, que concedera prazo para regularização da conduta. 2 O crime continuado exige, além das condições objetivas homogêneas de tempo, lugar e modo de execução, que a conduta tenha sido pratic...
Data do Julgamento : 26/07/2018
Data da Publicação : 02/08/2018
Órgão Julgador : 1ª TURMA CRIMINAL
Relator(a) : GEORGE LOPES
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TJDF APR / Embargos de Declaração no(a) Apelação-20170210005070APR
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EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ALEGAÇÕES DE OMISSÃO E CONTRADIÇÃO NO ACÓRDÃO QUE CONDENOU O RÉU PELO CRIME DE POSSE DE ARMA DE USO RESTRITO. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. 1 O Ministério Público opõe embargos de declaração pedindo que sejam sanadas omissão e contradição do acórdão que, erroneamente, compensou integralmente confissão espontânea e reincidência na segunda fase da dosimetria, alegando se tratar de réu multireincidente. 2 Reputa-se multireincidente o réu com registro de mais de três condenações por fatos distintos. A avaliação de um mesmo fato, em momentos diversos do sistema trifásico...
Data do Julgamento : 26/07/2018
Data da Publicação : 02/08/2018
Órgão Julgador : 1ª TURMA CRIMINAL
Relator(a) : GEORGE LOPES
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TJDF RAG - 1112614-20180020048145RAG
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AGRAVO EM EXECUÇÃO PENAL. COMUTAÇÃO DE PENA FUNDADA NO DECRETO 9.246/2017. PRESENÇA DOS REQUISITOS LEGAIS. DECISÃO CONFIRMADA. 1 Reeducando beneficiado com a comutação da pena, com fundamento no artigo 4º, inciso I, do Decreto 9.246/2017. Insurgência do Ministério Público, o qual alega que não foram regularmente cumpridas as condições da prisão albergue domiciliar anteriormente concedido e, por isso, não teria direito ao benefício, conforme o inciso IV do mesmo dispositivo legal. 2 O réu atende regularmente ao requisito temporal, estando em condições de receber a benesse: não registra infraçõe...
Data do Julgamento : 26/07/2018
Data da Publicação : 02/08/2018
Órgão Julgador : 1ª TURMA CRIMINAL
Relator(a) : GEORGE LOPES
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TJDF RSE - 1112613-20120910236329RSE
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PENAL. TRIBUNAL DO JÚRI. RÉU PRONUNCIADO POR HOMICÍDIO QUALIFICADO TENTADO. ALEGAÇÕES DE NULIDADE DO INQUÉRITO POLICIAL, DE INÉPCIA DA DENÚNCIA, DE DEFICIÊNCIA DA DEFESA E DE FALTA DO LAUDO DE EXAME DE CORPO DE DELITO. IMPROCEDÊNCIA. PRETENSÃO À ABSOLVIÇÃO SUMÁRIA, À IMPRONÚNCIA OU À RECLASSIFICAÇÃO DA CONDUTA. PROVA SUFICIENTE DA MATERIALIDADE DE CRIME DOLOSO CONTRA A VIDA E DE INDÍCIOS SUFICIENTES DE AUTORIA. DECISÃO CONFIRMADA. 1 Réu pronunciado por infringir o artigo 121, § 2º, inciso II e IV, combinado com 14, inciso II, do Código Penal, depois de disparar tiros de revólver contra desafet...
Data do Julgamento : 26/07/2018
Data da Publicação : 02/08/2018
Órgão Julgador : 1ª TURMA CRIMINAL
Relator(a) : GEORGE LOPES
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TJDF APR / Agravo Interno no(a) Apelação-20130111164019APR
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AGRAVO INTERNO NA APELAÇÃO CRIMINAL. PRETENSÃO À REABERTURA DO PRAZO RECURSAL. IMPROCEDÊNCIA. TRÂNSITO EM JULGADO DA CONDENAÇÃO. DECISÃO MANTIDA. 1 Agravo interno contra decisão do Relator que negou a reabertura do prazo recursal. Alega-se que o réu não teria sido ouvido pelo Defensor antes de produzir a sua defesa, ainda se configurando o patrocínio infiel. 2 Para fins de publicidade do ato judicial basta a publicação na imprensa oficial constando o nome do defensor, se Advogado particular, ou a intimação pessoal, em se tratando Defensor Público ou de Defensor Dativo, sendo irrelevante que a...
Data do Julgamento : 26/07/2018
Data da Publicação : 02/08/2018
Órgão Julgador : 1ª TURMA CRIMINAL
Relator(a) : GEORGE LOPES
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TJDF RAG - 1112611-20180020048828RAG
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AGRAVO EM EXECUÇÃO. UNIFICAÇÃO DE PENAS E FIXAÇÃO DE NOVA DATA-BASE PARA CONCESSÃO DE BENEFÍCIOS. TESE DO DIA DO TRÂNSITO EM JULGADO DA ÚLTIMA CONDENAÇÃO REJEITADA. DATA DO ÚLTIMO RECOLHIMENTO. DECISÃO CONFIRMADA EM PARTE. 1 Reeducando cujas penas foram unificadas com a superveniência de condenação, estabelecendo-se o dia do primeiro recolhimento como termo inicial para concessão de novos benefícios. Havendo nova condenação no curso da execução, e na ausência de previsão expressa na Lei de Execução Penais, deve-se unificar as penas e fixar como data-base para concessão de benefícios a data da...
Data do Julgamento : 26/07/2018
Data da Publicação : 02/08/2018
Órgão Julgador : 1ª TURMA CRIMINAL
Relator(a) : GEORGE LOPES
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